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Coaching, o que ter em conta?

É desafiante falar em coaching sem recorrer a lugares comuns.


Nesta área fala-se muito em: definição de objetivos, estratégias e planos de ação, encontrar o propósito de vida, fazer “perguntas poderosas”, e recorremos muitas vezes à frase “as respostas e os caminhos a seguir são definidos pelo cliente”.


Tudo isto é verdade e tudo isto pode ser redutor. Por isso há que estar atento.


Coaching é mais do que ter um coach que se formou num curso que realizou nos seus tempos livres e que, por esse curso ter sido útil ao próprio, seja por si só um profissional com as competências e as técnicas necessárias para liderar um processo de coaching.


Coaching é, quer-se queira ou não assumir, um ato psicológico onde pessoas sem patologias procuram um tempo e um espaço para si.

É um ato psicológico, e por isso é importante compreender se estamos ou não perante uma pessoa que possa percorrer este caminho, e um psicólogo tem mais competências para fazer esta análise.

É um ato psicológico porque quer promover mudanças concretas para uma vida mais preenchida, mais estruturada, mais positiva.


Se só um psicólogo está apto para ser Coach? Acredito que não!

Se um psicólogo tem mais ferramentas técnicas para ser Coach? Acredito que sim!

Depois de 5 anos num curso superior (ou 3 + 2, seguindo as normas pós Bolonha) há um conhecimento mais profundo da natureza humana, uma maior capacidade de análise e de observação dos desafios que o cliente está a sentir e uma maior capacidade para se colocar no lugar do cliente, pois teve de ser submetido a um conjunto de situações semelhantes no decorrer da sua formação.


Assim é muito importante alertar para o facto de, quando quiser escolher um profissional com quem fazer um processo de coaching, valide credenciais, veja onde realizou a formação, estabeleça uma conversa informal para compreender se há empatia e só depois tome a sua decisão.


Coaching é para si, por isso há que garantir que escolheu a pessoa certa para esse caminho!